sexta-feira, 10 de abril de 2020

Na nossa primeira aula com o professor Leandro, de Teoria do Texto, ele apresentou para nós sobre o Estruturalismo Linguístico, e explicou que o maior divulgador do E.L. foi Saussure, com o livro "Curso de Linguística Geral", e explicou que Saussure era um químico que isolava objetos, controlava o ambiente e fazia análise desses componentes, e ele trouxe essa mesma ideia para a linguística, e logo explicou que a língua é um "sistema de signos organizados" e falou sobre: significado e significante.
O significante é a ideia que se forma quando ouvimos uma palavra. Por exemplo: um gato, quando ouvimos a palavra "gato", se forma a imagem de um gato na nossa mente. Seria a parte mais concreta do signo.
O Significado seria o conceito, a ideia, o sentido atribuído ao signo. Por exemplo: o que seria um gato? O que o defini como gato? Ele é um animal felino, tem quatro patos, etc.
A junção do significante e o significado é o signo linguístico. Com essa definição de significado e significante, ainda temos o conceito de arbitrariedade e linearidade
A Arbitrariedade de Saussure nos diz a respeito que não há uma relação natural entre o significante e o significado, ou seja, não tem uma relação da imagem, como citei nos exemplos do gato, com o conceito do gato, e é por isso que explicaria que em inglês se diz: "cat" e em português se diz: "gato". São palavras diferentes para o mesmo conceito, ou seja, o conceito pode ser o mesmo, mas a forma de expressar o significante é diferente. 
A Linearidade diz que não podemos colocar duas coisas ao mesmo tempo, na questão do signo linguístico, e é totalmente relevante. O signo linguístico é linear, são duas informações diferentes da outra (significante e significado). 
Com isso, o professor explicou que a maior área da linguística, em ambiente de laboratórios, quem teve mais sucesso foi a fonologia
O professor encerrou a aula falando da "figura do especialista", que surgiu no XIX, que teve uma nova divisão social do trabalho, e a divisão teve graças ao fenômeno do capitalismo monopolista. Grandes fábricas não podiam mais contar com o acúmulo de funções (o dono ser administrador, desenvolvedor de produtos, etc) e foi necessário uma divisão do trabalho em que diferentes setores se especializarem em diferentes funções (um para cada área), e foi daí o aparecimento dos cientistas e especialistas em pesquisa.

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